Conheci (corria o ano de 2012) a música "Arrival of the Birds" num anúncio da televisão e, como me deixou "enfeitiçada", não sosseguei enquanto não descobri de quem era. Foi assim que conheci os The Cinematic Orchestra, banda britânica de jazz electrónico que compôs este tema originalmente para um documentário da vida animal com a chancela da Disney, «The Crimson Wing: Mystery of the Flamingos».
Deixo-vos aqui esse spot publicitário (tem apenas 1 minuto) ...
... mas também vos deixo o tema originalcompleto, juntamente com o tema "Transformation", ambos de 2008 e pertencentes à banda sonora do documentário que referi ali em cima.
E porque Einaudi vai estar a actuar no Campo Pequeno na próxima semana (e eu não vou poder estar lá), lembrei-me de "carpir aqui as minhas mágoas" escutando um pouco da sua maravilhosa música.
Lembrei-me de escolher hoje este "Una Mattina" porque pertence à banda sonora do filme francês «Intouchables» que ainda há dias vi. Um tema calmo e intimista... apropriado para escutar a esta hora da noite.
No seguimento do post anterior, e continuando a recordar bandas sonoras de filmes, o facto de Julianne Moore fazer parte do elenco do filme «The Hours» fez-me chegar a este «The End of the Affair» onde ela contracena com Ralph Fiennes.
Claro que o filme é de género dramático... e Michael Nyman consegue colocar na sua música esse dramatismo mas de uma forma melancolicamente romântica.
É do tipo de filme de me fazer chorar "baba e ranho"... mas a música... essa é muito bela, bela como todas as histórias de Amor o são.
Sou fã de bandas sonoras de filmes e são vários os compositores que mais aprecio: Ennio Morricone, Michael Nyman, Ludovico Einaudi, Hans Zimmer, James Horner, John Williams ...
Hoje, e porque hoje o meu dia tem mais horas do que o costume, lembrei-me de trazer Philip Glass e o seu «The Hours», tema que pertence à banda sonora do filme com o mesmo nome e onde se podem apreciar as notáveis interpretações das actrizes Meryl Streep, Julianne Moore e Nicole Kidman.
Há dias em que as horas não nos chegam... há dias em que não sabemos o que fazer para as preencher... e há aqueles dias em que elas como que nos queimam por anteciparem um momento muito aguardado ou então um momento tão temido.
Peço-vos apenas 13% de uma hora para escutarem este belo tema.
Muitos sabem como o ano de 1967 é importante para mim... a vários níveis incluindo o musical.
Um exemplo disso é este tema que foi gravado pelos Doors precisamente nesse ano. Só o conheci no início da minha adolescência mas acompanha-me desde essa altura.
Como ainda estou imbuída no espírito dos festejos jubilares, aqui fica este tema que é o primeiro de outros que por aqui ainda surgirão com este mesmo espírito.
E se as conversas são como as cerejas (and one thing leads to another), também estes três últimos posts nasceram relacionados e uns atrás dos outros.
É que por vezes, mesmo em músicas que possam nem ter nenhum denominador comum, há memórias dentro de nós que fazem com que nós as relacionemos umas com outras... e foi o que me aconteceu com o tema do post anterior e este tema que imortalizou PERCY SLEDGE e que podem ver AQUI na versão original.
Espero que não se importem por eu ter escolhido publicar a versão do inigualável... MICHAEL BOLTON :)
Claro que se lerem a letra, ela está escrita na perspectiva do homem que ama uma mulher... mas também podemos lê-la na perspectiva contrária.
WHEN A WOMAN LOVES A MAN... she does everything she can to keep her love.
No seguimento do post anterior e de um comentário que lá escrevi, lembrei-me desta música da ROBERTA FLACK (que conheço praticamente desde que me conheço a mim própria) e fui recordar a letra.
De facto, quantas vezes ouvimos letras de músicas que parecem ter sido escritas por nós... ou para nós. Podem até ser músicas que nos trazem alegria, que traduzem por palavras sentimentos que temos para com alguém especial na nossa vida... ou então aquelas "fatais" que têm o condão de nos tocar num "nervo" sensível e nos fazem chorar "baba e ranho".
Quantos/quantas de vocês já choraram a ouvir uma determinada música... ou até mesmo com este «Killing Me Softly...» ??
Estava eu a fazer os meus t.p.c (isto é... a fazer a preparação para o concerto desta noite de 28 de Julho), a ver vários vídeos, a ouvir várias músicas que não conhecia ainda e a rever outras que já são velhas amigas... quando encontro este vídeo.
Fala sobre o seu álbum de 2016, "Take Me To The Alley", um trabalho onde podemos sentir a sua forte espiritualidade e a forma como a mãe o influenciou, a si e à sua música.
Hoje vou poder testemunhar ao vivo a energia espiritual, a voz, a alma... de GREGORY PORTER.
Adoro metáforas! E este tema que vos trago hoje é rico nesta deliciosa figura de estilo.
Esta música dos Neruda é minha companheira já de há alguns anos, já a publiquei "por aí" mais do que uma vez mas acabo sempre por voltar a ela.
E hoje lembrei-me dela a propósito de um pensamento de Mário Quintana que li no blogue VENTOS DO NORTE da nossa amiga JU e dos comentários que a ele se seguiram.
Que vos saiba bem... pelo menos tanto quanto me está a saber bem a mim escutar a voz de Pablo Banazol a afagar os meus sentidos.
A música de Mike Oldfield faz parte da minha vida desde que tenho memórias.
Os seus "Tubular Bells" acompanham-me até ao presente e as suas músicas mais comerciais (como "Moonlight Shadow" e outras) ficaram na memória de todos.
Não tenho acompanhado os seus trabalhos mais recentes mas ontem aconteceu algo mágico: conheci a música "Never Too Far" (incluída no seu álbum de 2013 "Tubular Beats") que ele gravou com a fantástica TARJA TURUNEN, a conhecidíssima ex-vocalista da banda "Nightwish", de cuja voz sou completamente fã. Mas a "magia" de que vos falo só é completa se juntarmos a música ao vídeo. Por isso, coloquem o ecrã na modalidade full screen, se possível coloquem auscultadores... e desfrutem! :))
Esta música faz-me recuar no tempo. Tal como este vídeo. Faz-me recuar ao tempo em que eu teimava em querer decorar as letras todas das músicas que eu gostava... mesmo que não tivesse sequer ainda idade de entender o que cantava! Foi o caso deste tema "Fascinação"... que me fascinou enquanto ainda menina, e que me fascina ainda hoje. E como!
Nas noites calmas, enquanto o sono não chega ou apetece uma música suave para acompanhar a leitura de fim de dia, sabe bem ouvir a voz doce de Stacey Kent.
Este «Que reste-t-il de nos amours?», tema de Charles Trenet e composto na década de quarenta, já teve imensas vozes a cantá-lo, mas esta é a minha versão favorita.
No início de cada ano há o hábito de fazermos uma lista de resoluções para cumprir no novo ano.
Uma das minhas ambições recorrentes é a de arranjar MAIS tempo para dedicar à música. Sei que o tempo é pouco e por isso acabo sempre por ouvir aqueles temas que mais gosto.
Foi a caso de hoje... em que recuei às minhas raízes celtas para ouvir a inconfundível voz de Lorena McKennitt.
Cá em casa o dia de ontem, o feriado do primeiro de Janeiro, é normalmente um dia dedicado ao cinema. O filme «O Piano» (filme de 1993 realizado por Jane Campion) estava na lista para visualização... mas não tivemos tempo para o ver. Fiquei com pena (confesso) mais pela banda sonora a cargo de Michael Nyman do que pelo filme propriamente dito.
Por isso estive hoje a recordá-la, de onde destaco o belíssimo tema central do filme.