Estava eu a fazer os meus t.p.c (isto é... a fazer a preparação para o concerto desta noite de 28 de Julho), a ver vários vídeos, a ouvir várias músicas que não conhecia ainda e a rever outras que já são velhas amigas... quando encontro este vídeo.
Fala sobre o seu álbum de 2016, "Take Me To The Alley", um trabalho onde podemos sentir a sua forte espiritualidade e a forma como a mãe o influenciou, a si e à sua música.
Hoje vou poder testemunhar ao vivo a energia espiritual, a voz, a alma... de GREGORY PORTER.
Adoro metáforas! E este tema que vos trago hoje é rico nesta deliciosa figura de estilo.
Esta música dos Neruda é minha companheira já de há alguns anos, já a publiquei "por aí" mais do que uma vez mas acabo sempre por voltar a ela.
E hoje lembrei-me dela a propósito de um pensamento de Mário Quintana que li no blogue VENTOS DO NORTE da nossa amiga JU e dos comentários que a ele se seguiram.
Que vos saiba bem... pelo menos tanto quanto me está a saber bem a mim escutar a voz de Pablo Banazol a afagar os meus sentidos.
A música de Mike Oldfield faz parte da minha vida desde que tenho memórias.
Os seus "Tubular Bells" acompanham-me até ao presente e as suas músicas mais comerciais (como "Moonlight Shadow" e outras) ficaram na memória de todos.
Não tenho acompanhado os seus trabalhos mais recentes mas ontem aconteceu algo mágico: conheci a música "Never Too Far" (incluída no seu álbum de 2013 "Tubular Beats") que ele gravou com a fantástica TARJA TURUNEN, a conhecidíssima ex-vocalista da banda "Nightwish", de cuja voz sou completamente fã. Mas a "magia" de que vos falo só é completa se juntarmos a música ao vídeo. Por isso, coloquem o ecrã na modalidade full screen, se possível coloquem auscultadores... e desfrutem! :))
Esta música faz-me recuar no tempo. Tal como este vídeo. Faz-me recuar ao tempo em que eu teimava em querer decorar as letras todas das músicas que eu gostava... mesmo que não tivesse sequer ainda idade de entender o que cantava! Foi o caso deste tema "Fascinação"... que me fascinou enquanto ainda menina, e que me fascina ainda hoje. E como!
Nas noites calmas, enquanto o sono não chega ou apetece uma música suave para acompanhar a leitura de fim de dia, sabe bem ouvir a voz doce de Stacey Kent.
Este «Que reste-t-il de nos amours?», tema de Charles Trenet e composto na década de quarenta, já teve imensas vozes a cantá-lo, mas esta é a minha versão favorita.
No início de cada ano há o hábito de fazermos uma lista de resoluções para cumprir no novo ano.
Uma das minhas ambições recorrentes é a de arranjar MAIS tempo para dedicar à música. Sei que o tempo é pouco e por isso acabo sempre por ouvir aqueles temas que mais gosto.
Foi a caso de hoje... em que recuei às minhas raízes celtas para ouvir a inconfundível voz de Lorena McKennitt.
Cá em casa o dia de ontem, o feriado do primeiro de Janeiro, é normalmente um dia dedicado ao cinema. O filme «O Piano» (filme de 1993 realizado por Jane Campion) estava na lista para visualização... mas não tivemos tempo para o ver. Fiquei com pena (confesso) mais pela banda sonora a cargo de Michael Nyman do que pelo filme propriamente dito.
Por isso estive hoje a recordá-la, de onde destaco o belíssimo tema central do filme.
Todos os anos, no dia 1 de Janeiro, a RTP transmite o tradicional CONCERTO DE ANO NOVO, emitido desde a Áustria e oferecido pela Orquestra Filarmónica de Viena.
É desde há alguns anos uma rotina nas manhãs do primeiro dia do ano que não dispenso e que, qual "Guronsan", me dá energia e revitaliza curando os excessos da madrugada anterior.
O concerto costuma encerrar com a "Marcha Radetzky", de Strauss, com o público a acompanhar cadenciadamente o ritmo com as suas palmas.
É esse tema a minha proposta de hoje. Porém, escolhi uma versão um pouco diferente interpretada pela violinista e modelo austríaca, Céline Roscheck. Quem quiser ver e ouvir este tema interpretado pela Orquestra Filarmónica de Viena, por favor acedam AQUI... e para ver o concerto deste ano na íntegra, clicar por favor AQUI.
Graças ao Ricardo Santos e ao seu «O Pacto Português», cruzei-me ontem com o senhor Tony Bennett e com a Lady Gaga.
Para quem nunca os ouviu cantar juntos, pode até achar um dueto improvável... mas o que acontece é que eles "foram feitos um para o outro" (lol) pois a cumplicidade entre eles é muito natural e o casamento das suas vozes resulta plenamente.
Dos muitos temas que eles gravaram juntos, adoro este «The Lady is a Tramp» num video cheio de glamour e até algum humor.
Hoje andei a recordar alguns temas de Ennio Morricone e detive-me no tema mais belo da banda sonora do filme "Cinema Paradiso".
É um tema que fala de Amor... será preciso dizer mais alguma coisa?
O difícil foi escolher qual vídeo colocar aqui. Ainda pensei num que mostra a emocionante cena final... noutro onde me deliciei com a voz de Josh Groban... ou ainda noutro com uma interpretação fantástica da violinista Anne Akiko Meyers. Mas quando encontrei uma gravação do trompetista Chris Botti acompanhado porYo-Yo Ma (que eu adoro) a acompanhá-lo ao violoncelo... tive a certeza qual escolher.
Conheço esta música, se calhar, desde que me conheço... (afinal ela é pouco mais nova do que eu), vantagem de ter irmãos mais velhos que nos abrem as portas à musica de vários tipos e várias gerações.
Ontem falou-se aqui em Carole King e imediatamente me lembrei desta música de James Taylor mas popularizada na voz desta Diva.
E então é isso, hoje deixo-vos um abraço amigo... pois a mensagem é mesmo essa: you've got a friend!
Todas as adolescentes têm pelo menos uma vez na vida uma "paixão assolapada" por um cantor.
Pois... eu tive várias e uma delas foi pelo Miguel Bosé. Na altura achava-o um grande borracho... mas foi já em adulta que o comecei a apreciar pela sua voz.
É verdade que sou uma apaixonada por vozes mas, esta música em particular tem um poder sobre mim que não sei explicar. A culpa é de quem? Do cantor e da sua voz... da música... das memórias que ela me desperta...?
Não sei. Só sei que quando a ouço é como se o tempo parasse.
Conheci o projecto Secret Garden no Eurofestival da Canção de 1995 e o tema que vos trago hoje foi o vencedor da edição daquele ano, representando a Noruega.
Escusado será de dizer que fiquei enfeitiçada por esta música mágica e fiquei fã deste duo desde essa altura. Muitas são as músicas que gosto, mas hoje deixo-vos este "Nocturne"... aproveitando para vos desejar sonhos mágicos :)
Cantada over and over again, cantada mesmo imensas vezes e gravada por diversos artistas (a WIKIPÉDIA explica), tornou-se na canção mais cantada e gravada do idioma espanhol.
Para além de ser um tema romântico, ele é também extremamente sensual... e é essa sensualidade que Diana Krall aqui tão bem interpreta.
Descobri Yiruma aqui há uns anos e foi com este tema que eu conheci a sua música e o seu talento.
Sou uma pessoa de paixões e de enamoramentos... e com este tema aconteceu-me isso, fiquei enamorada com uma daquelas "paixões assolapadas" que ainda hoje não me passou.
Sou fã incondicional de Yiruma e não há nenhuma música dele que eu não goste e até sou capaz de o estar a ouvir um dia inteiro!
Quem ainda não conhece pode agora avaliar... e mesmo que em matéria de gostos não se possa agradar a todos, eu aposto que todos vão gostar!