Nas noites calmas, enquanto o sono não chega ou apetece uma música suave para acompanhar a leitura de fim de dia, sabe bem ouvir a voz doce de Stacey Kent.
Este «Que reste-t-il de nos amours?», tema de Charles Trenet e composto na década de quarenta, já teve imensas vozes a cantá-lo, mas esta é a minha versão favorita.
No início de cada ano há o hábito de fazermos uma lista de resoluções para cumprir no novo ano.
Uma das minhas ambições recorrentes é a de arranjar MAIS tempo para dedicar à música. Sei que o tempo é pouco e por isso acabo sempre por ouvir aqueles temas que mais gosto.
Foi a caso de hoje... em que recuei às minhas raízes celtas para ouvir a inconfundível voz de Lorena McKennitt.
Cá em casa o dia de ontem, o feriado do primeiro de Janeiro, é normalmente um dia dedicado ao cinema. O filme «O Piano» (filme de 1993 realizado por Jane Campion) estava na lista para visualização... mas não tivemos tempo para o ver. Fiquei com pena (confesso) mais pela banda sonora a cargo de Michael Nyman do que pelo filme propriamente dito.
Por isso estive hoje a recordá-la, de onde destaco o belíssimo tema central do filme.
Todos os anos, no dia 1 de Janeiro, a RTP transmite o tradicional CONCERTO DE ANO NOVO, emitido desde a Áustria e oferecido pela Orquestra Filarmónica de Viena.
É desde há alguns anos uma rotina nas manhãs do primeiro dia do ano que não dispenso e que, qual "Guronsan", me dá energia e revitaliza curando os excessos da madrugada anterior.
O concerto costuma encerrar com a "Marcha Radetzky", de Strauss, com o público a acompanhar cadenciadamente o ritmo com as suas palmas.
É esse tema a minha proposta de hoje. Porém, escolhi uma versão um pouco diferente interpretada pela violinista e modelo austríaca, Céline Roscheck. Quem quiser ver e ouvir este tema interpretado pela Orquestra Filarmónica de Viena, por favor acedam AQUI... e para ver o concerto deste ano na íntegra, clicar por favor AQUI.
Graças ao Ricardo Santos e ao seu «O Pacto Português», cruzei-me ontem com o senhor Tony Bennett e com a Lady Gaga.
Para quem nunca os ouviu cantar juntos, pode até achar um dueto improvável... mas o que acontece é que eles "foram feitos um para o outro" (lol) pois a cumplicidade entre eles é muito natural e o casamento das suas vozes resulta plenamente.
Dos muitos temas que eles gravaram juntos, adoro este «The Lady is a Tramp» num video cheio de glamour e até algum humor.
Hoje andei a recordar alguns temas de Ennio Morricone e detive-me no tema mais belo da banda sonora do filme "Cinema Paradiso".
É um tema que fala de Amor... será preciso dizer mais alguma coisa?
O difícil foi escolher qual vídeo colocar aqui. Ainda pensei num que mostra a emocionante cena final... noutro onde me deliciei com a voz de Josh Groban... ou ainda noutro com uma interpretação fantástica da violinista Anne Akiko Meyers. Mas quando encontrei uma gravação do trompetista Chris Botti acompanhado porYo-Yo Ma (que eu adoro) a acompanhá-lo ao violoncelo... tive a certeza qual escolher.
Conheço esta música, se calhar, desde que me conheço... (afinal ela é pouco mais nova do que eu), vantagem de ter irmãos mais velhos que nos abrem as portas à musica de vários tipos e várias gerações.
Ontem falou-se aqui em Carole King e imediatamente me lembrei desta música de James Taylor mas popularizada na voz desta Diva.
E então é isso, hoje deixo-vos um abraço amigo... pois a mensagem é mesmo essa: you've got a friend!
Todas as adolescentes têm pelo menos uma vez na vida uma "paixão assolapada" por um cantor.
Pois... eu tive várias e uma delas foi pelo Miguel Bosé. Na altura achava-o um grande borracho... mas foi já em adulta que o comecei a apreciar pela sua voz.
É verdade que sou uma apaixonada por vozes mas, esta música em particular tem um poder sobre mim que não sei explicar. A culpa é de quem? Do cantor e da sua voz... da música... das memórias que ela me desperta...?
Não sei. Só sei que quando a ouço é como se o tempo parasse.
Conheci o projecto Secret Garden no Eurofestival da Canção de 1995 e o tema que vos trago hoje foi o vencedor da edição daquele ano, representando a Noruega.
Escusado será de dizer que fiquei enfeitiçada por esta música mágica e fiquei fã deste duo desde essa altura. Muitas são as músicas que gosto, mas hoje deixo-vos este "Nocturne"... aproveitando para vos desejar sonhos mágicos :)
Cantada over and over again, cantada mesmo imensas vezes e gravada por diversos artistas (a WIKIPÉDIA explica), tornou-se na canção mais cantada e gravada do idioma espanhol.
Para além de ser um tema romântico, ele é também extremamente sensual... e é essa sensualidade que Diana Krall aqui tão bem interpreta.
Descobri Yiruma aqui há uns anos e foi com este tema que eu conheci a sua música e o seu talento.
Sou uma pessoa de paixões e de enamoramentos... e com este tema aconteceu-me isso, fiquei enamorada com uma daquelas "paixões assolapadas" que ainda hoje não me passou.
Sou fã incondicional de Yiruma e não há nenhuma música dele que eu não goste e até sou capaz de o estar a ouvir um dia inteiro!
Quem ainda não conhece pode agora avaliar... e mesmo que em matéria de gostos não se possa agradar a todos, eu aposto que todos vão gostar!
Desengane-se quem achar que este título tem alguma coisa a ver com futebol.
Não, tem apenas a ver com música... e indirectamente com SÃO PEDRO DE MOEL..
Sim, foi graças a este vídeo de São Pedro de Moel, simpática localidade tão bem escolhida pela nossa querida Graça Sampaio para nos acolher no 4º Encontro de Bloggers, que conheci a música do projecto musical ZERO-PROJECT.
Para quem gosta de música instrumental, deixo aqui esta sugestão com imagens para ver... e recordar.
Nas minhas deambulações pelo Youtube descobri recentemente a banda Snarky Puppy.
Primeiro achei piada ao nome mas depois acabei por gostar da sua música, especialmente deste «Skate U» que escolhi para acrescentar a esta minha colecção.
Estou ainda em processo de descoberta... mas creio que vou ficar mesmo fã destes rapazes.
(sempre que vejo o início deste vídeo lembro-me do nosso amigo Cláudio Gil... porque será?)
Soube pela Isabel Pires que o músico belga Wim Mertens vai dar três espectáculos em Portugal, agora no próximo mês de Novembro. Fiquei entusiasmada com a ideia de poder ir a algum deles... mesmo não sabendo ainda se o conseguirei fazer. E porque gosto muito dos trabalhos deste músico, lembrei-me de partilhar convosco este tema (que me faz lembrar a nossa querida Fé Blue Bird) para que apreciem, aqui num registo mais suave gravado com a Tenerife Symphony Orchestra, e digam se gostam ou não.
Contagiada pelo som de Pat Metheny ouvido num blogue nosso vizinho, perdi-me uma vez mais no álbum «The Secret Story» e deixei-me levar até ao Cambodja embalada pelas vozes e pelas imagens deste fantástico vídeo.
Detive-me demoradamente em ANGKOR WAT, o maior monumento religioso do mundo, e deixei-me contagiar pela magia e pelo misticismo deste lugar, misticismo que este cântico espiritual tão bem transmite.
Quando me apercebi que o post de hoje seria o nº 66 lembrei-me de imediato desta música!
Não podia deixar passar a oportunidade de trazer aqui, numa versão com estas duas belas vozes, uma música que se tornou popular graças à mais icónica autoestrada dos Estados Unidos da América.
Quem quiser saber um pouco sobre esta histórica "highway"... é só clicar AQUI.
E agora que o verão está prestes a despedir-se de nós... apeteceu-me ouvir de novo o SUMMERTIME, desta vez não na poderosa voz de Ruth Lorenzo, mas na interpretação de Ella Fitzgerald & Louis Armstrong.
Esta semana falou-se de Freddy Mercury... falou-se inevitavelmente dos Queen.
A música desta banda britânica sempre me acompanhou ao longo dos anos e se me perguntarem quais as músicas favoritas eu não saberei dizer... porque são muitas.
Há porém algumas que nos tocam de forma especial, como é o caso deste «Too Much Love Will Kill You».
Quando conheci esta música perguntava-me... «mas como é possível o "amor matar"? Morrer de amor? Isso é tolice!!»
Mais tarde entendi que se pode morrer sim... não de Amor... mas de desamor!